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Quais exames são usados para diagnosticar alergias em Pouso Alegre?

Foto do escritor: Dra Isabella Fadoni - Alergologista e Imunologista
Dra Isabella Fadoni - Alergologista e Imunologista
4 de out.
2 min de leitura

Descobrir a causa de uma alergia é o primeiro passo para tratá-la de forma eficaz. O diagnóstico não se baseia em um único exame: ele começa pela conversa e pelo exame físico, e os testes alérgicos entram para confirmar o que a história clínica sugere.

O ponto de partida: a consulta

Antes de qualquer teste, o alergologista investiga quando os sintomas começaram, o que costuma desencadeá-los, em que ambientes pioram, se há histórico de alergia na família e quais medicamentos já foram usados. Essa avaliação orienta quais exames fazem sentido para cada paciente, evitando testes desnecessários.

Prick test (teste cutâneo de leitura imediata)

Pequenas gotas de extratos de alérgenos, como ácaros, pólen, fungos, pelos de animais e alimentos, são colocadas na pele do antebraço ou das costas, seguidas de uma leve puntura. Se houver sensibilização, surge uma pequena elevação com coceira em cerca de 15 a 20 minutos. É um exame rápido, de resultado imediato, muito usado na investigação de rinite, asma e alergia alimentar.

Patch test (teste de contato)

Indicado para investigar dermatite de contato, ou seja, alergia causada por substâncias que encostam na pele, como metais, cosméticos, borracha e produtos de limpeza. Adesivos com as substâncias suspeitas ficam nas costas por cerca de 48 horas e a leitura é feita em consulta, em dois momentos. Por isso, é uma reação que demora a aparecer, ao contrário do prick test.

Teste de provocação

Quando a história clínica e os outros testes não são suficientes para fechar o diagnóstico, o teste de provocação pode ser indicado, principalmente em alergia a alimentos e medicamentos. O paciente recebe quantidades controladas da substância suspeita sob supervisão médica, com monitoramento durante todo o procedimento. É o método que confirma ou descarta a alergia com mais segurança, e só deve ser feito em ambiente preparado para atender qualquer reação.

Exames de sangue e outros exames complementares

Em alguns casos, a dosagem de IgE específica no sangue complementa a investigação, por exemplo quando o paciente não pode suspender anti-histamínicos ou tem lesões extensas na pele. Em quadros respiratórios, exames como a espirometria ajudam a avaliar a função pulmonar na asma. Esses exames complementam a avaliação, mas devem sempre ser interpretados junto com a história clínica, porque um resultado positivo isolado não significa, por si só, que existe alergia.

Cuidados antes de fazer os testes cutâneos

Alguns medicamentos, como anti-histamínicos, podem interferir no resultado do prick test e precisam ser suspensos por um período antes do exame. Não interrompa nenhuma medicação por conta própria: o ajuste deve ser orientado pelo médico, de acordo com o seu caso.

Em Pouso Alegre, a investigação alérgica pode ser feita com a Dra. Isabella Fadoni, alergologista e imunologista titulada pela ASBAI (CRM-MG 74349 | RQE 64474), na Rua Anísio de Paiva, 162, Bairro Nova Pouso Alegre. O consultório realiza prick test, patch test e teste de provocação, com atendimento para todas as idades.

 
 
 

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